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Double Trouble

Hotéis Lifestyle

Portugal essencial: Farmhouse of the Palms

Junho 30, 2020
Farmhouse of the Palms

Se procuram um Algarve autêntico para estas férias de Verão, vão ver que o Farmhouse of the Palms é uma excelente aposta. O Bed & Breakfast foi concebido por Frank e Véronique Persyn, um casal que se cansou da agitação das grandes cidades e, em São Brás de Alportel, descobriu a genuinidade e a propriedade ideal para um alojamento acolhedor, de cariz familiar.

Fica em cima da colina Cerro do Botelho, num lugar de paz, mas com tudo ao alcance da mão.

Com apenas cinco quartos, cada um com o seu terraço privativo, o Farmhouse of the Palms dispõe de uma bela decoração em tons naturais e, no exterior, uma grande piscina feita com mosaico preto faz as maravilhas de quem por lá passa!

Frank e Véronique puseram de parte o desafogo financeiro e deram primazia à paz do interior algarvio. Da antiga fazenda preservaram o tijolo burro, o forno do pão, a disposição do pátio central e mantiveram a madeira, a cortiça e o vime para a decoração e o mobiliário. Para trás ficou a vida agitada que levavam na banca, na Bélgica, e de momento orgulham-se de ser os anfitriões de um lugar escondido, próximo do mar!

O pequeno-almoço é amavelmente preparado pelo casal belga e a variedade persiste: há sumos de laranja, smoothies, ovos mexidos, panquecas, waffles, tostas de salmão ou com abacate,… consoante o que há de mais fresco! 

À volta podem explorar, por exemplo, Faro, Loulé ou Tavira, fazer um tour de bicicleta, passar o dia a tomar banhos de sol na piscina ou na praia, jogar golfe… Opções não lhes hão-de faltar!  Podem ver esta e outras sugestões também no Instagram.

Hotéis Lifestyle

Portugal essencial: Sublime Comporta

Junho 18, 2020
Sublime Comporta

Na senda das nossas sugestões hoteleiras em Portugal, eis que hoje trazemos o Sublime Comporta, que não é uma novidade, mas que merece aqui um artigo dedicado à sua beleza natural.

A grande diferença do Sublime Comporta face a outras ofertas são, sem dúvida, as Bio-Pool Suites, que foram construídas sobre um lago artificial, onde as portas do quarto abrem directamente para o deck na água. Além dessa particularidade, os hóspedes são convidados a passar o tempo entre o lago natural, a piscina gigante no edifício principal e o SPA. Pelo meio, há ainda um court de ténis, restaurantes e bares, um kids club e cerca de 17 hectares para passeios no meio da tranquilidade do lugar.

Sem querer cair em clichés, neste hotel o tempo pára, tal é a calmaria e o ambiente zen. Rodeado por pinheiros mansos, lagoas, dunas selvagens, extensos arrozais e mais de 60 quilómetros de praias da costa Atlântica, o Sublime Comporta é uma excelente aposta para este segundo semestre de 2020. 

A contribuir para um conforto genuíno temos uma decoração minimalista, que nos fazer sentir verdadeiramente em casa. As estruturas dos bungalows, em particular, dão uma privacidade total aos hóspedes, sendo que ninguém consegue ver o que se passa no quarto ao lado, apesar de tudo ser ao ar livre e de tudo estar aberto. Idílico!

Sublime
Sublime Comporta

Poderás (re)ler o artigo sobre uma outra oferta hoteleira na Comporta, o Quinta da Comporta, aqui.

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Portugal essencial: Quinta da Comporta

Junho 16, 2020
Quinta da Comporta

Depois de termos o Presidente da República a apelar aos portugueses para que façam férias e passeios cá dentro, também o Turismo de Portugal lançou uma campanha que pretende mobilizar o turismo interno, convertendo a mensagem do VisitPortugal em Visita Portugal com o mote #TuPodes, Visita Portugal.

Portanto, a ideia é, este Verão, aproveitarmos para (re)descobrir o nosso país que, por três anos consecutivos, foi considerado o melhor destino turístico do mundo. Nós já estamos nesse modo, o de visitar ou revisitar os nossos locais favoritos, até porque temos o privilégio de viver no melhor destino do mundo! 🙂

Hoje trazemos a Quinta da Comporta como sugestão, um hotel de 5 estrelas que combina Natureza, um estilo rústico e o movimento minimalista. A simplicidade aliada ao bom gosto faz-nos respirar um ambiente de tranquilidade excepcional, em que se nota a forte aposta no conceito de bem-estar.

O edifício central é o resultado da conversão de um antigo armazém onde se guardava o arroz, que foi mantido e é nele que estão distribuídos os 61 quartos do hotel. De raiz foram construídos os edifícios do restaurante, do SPA e as villas. De referir também que a história da Comporta ligada ao cultivo, colheita e armazenamento do arroz foi transposta para este hotel, seja nos edifícios, na restauração ou até mesmo no SPA. Portanto, aqui o arroz é o fio que conduz toda a história do hotel. 🙂

O serviço hoteleiro é de elevada qualidade, muito inspirado no serviço da Ásia. Quanto à decoração e à arquitectura do espaço, ambas conferem um ambiente genuinamente tranquilo ao hotel, que tem como pano de fundo os campos de arroz. Portanto, esta é uma das nossas sugestões para este segundo semestre de 2020.

O Hotel Quinta da Comporta integra a Small Luxury Hotels of World, beneficiando dos canais de comercialização da soft brand.

Fashion & Beauty

Dois criadores nacionais a reter!

Maio 26, 2020
criadores nacionais

São jovens, acreditam na moda enquanto meio de comunicação e assumem na perfeição o rótulo que lhes tem sido atribuído enquanto nomes promissores da moda portuguesa. As suas identidades enquanto criadores têm progredido e hoje desenvolvem marcas sólidas e coerentes, que conquistam novos públicos. Falamos de Inês Torcato e do Gonçalo Peixoto, os designers que hoje vos trazemos!

Inês Torcato, natural do Porto, propõe-nos peças de acabamentos perfeitos que contribuem para silhuetas irrepreensivelmente construídas. Filha de Júlio Torcato, veterano da moda de autor, Inês faz o seu percurso com base na urgente preocupação com o ambiente.

criadores nacionais
criadores nacionais

Foi em 2017 que Gonçalo Peixoto apresentou a sua primeira colecção em desfile durante a London Fashion Week. Artista apaixonado, em todas as peças reflecte o seu amor pela moda e a sua necessidade de criar.

criadores nacionais

Quais são, para vocês, os jovens designers portugueses de eleição? Partilhem connosco. No Instagram vamos sempre partilhando novas descobertas, vejam aqui.

Opinião

Máscaras sociais ou comunitárias: opções e como escolher

Maio 13, 2020
Máscaras sociais

As máscaras sociais estão na ordem do dia e assim irão continuar, prevê-se, por muito tempo. Não sabemos até quando teremos que conviver com este novo Coronavírus e, por isso, há que nos adaptar à nova realidade. Existem diferentes tipos de máscaras: cirúrgicas, respiradores (FFP3 e FFP2) e as que estamos hoje a abordar, as sociais ou comunitárias.

Nunca é demais reforçar que as máscaras, sejas elas quais forem, funcionam em complemento das regras de distanciamento físico e lavagem das mãos. Como forma de alerta, relembramos que existem seis cuidados essenciais que, se seguidos à risca, reduzem (e muito!) a probabilidade de sermos contagiados:

  • Não mexer na máscara enquanto estamos a usá-la;
  • Colocar bem a máscara, tapando o nariz, a boca e o queixo;
  • Tirá-la sempre através dos elásticos ou dos atilhos;
  • Ter zonas limpas e zonas de possível contaminação em casa (nestas últimas é onde nos descalçamos e despimos quando chegamos da rua);
  • Tomar banho quando se chega a casa;
  • Lavar muito bem as mãos e a cara várias vezes ao longo do dia.
Máscaras sociais

A partir de Fevereiro venderam-se tantos milhares de máscaras que o mercado começou a ressentir-se com tanta procura. Só em meados de Abril é que a oferta comercial recomeçou e agora não nos podemos queixar. As máscaras sociais (ou comunitárias) são uma medida adicional de protecção e podem ser feitas de tecidos variados. Devem ser utilizadas por todos em espaços interiores fechados, como lojas, supermercados, farmácias, etc. Nos transportes públicos, o uso é mesmo obrigatório.

Como escolher?

Recomendamos as máscaras aprovadas e certificadas pelo Centro Tecnológico das Indústrias do Têxtil e do Vestuário (CITEVE), sendo que podem consultar aqui a lista de empresas que comercializam estas máscaras, sendo que umas são laváveis e reutilizáveis e outras são de uso único. O CITEVE é o único centro com protocolo com a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, I.P. (Infarmed) e a Direção Geral da Saúde (DGS) para certificar a qualidade destes equipamentos de protecção individual.

Devem ter em atenção que existem muitas máscaras sociais colocadas à venda que podem não cumprir parâmetros fundamentais para que a protecção possa efectivamente acontecer, uma vez que não foram testadas. Para isso, foi criado um selo que permite ao consumidor obter a informação sobre a vida útil da máscara antes de a comprar. Devem optar por estas, sendo que a sua principal propriedade é a capacidade de proteger os utilizadores contra a saliva ou partículas de muco nasal contaminadas que saem do ambiente circundante, evitando, ao mesmo tempo, que o utilizador não contamine outras pessoas à sua volta se ele próprio estiver contaminado.

Segundo o CITEVE são vários os requisitos para a certificação das máscaras sociais reutilizáveis de nível 3, que são as direccionadas para a população em geral e com uma capacidade de retenção de partículas, no mínimo, de 70%. As máscaras profissionais de nível 1 e 2 têm uma capacidade de filtragem mínima de 90% e são destinadas a serem usadas por profissionais.

Vamos ser conscientes e cumpridores com o nosso papel na sociedade. Projetam-se e protejam quem está à vossa volta.

Fashion & Beauty

Como acelerar e manter o bronzeado?

Maio 4, 2020
acelerar e manter o bronzeado

Com o Verão a pôr-se a caminho, já estamos a sonhar com uma pele linda, dourada e bronzeada. Certo? Este é capaz de ser um sentimento comum, especialmente por estarmos confinados em casa e a verdade é que existem alguns truques que nos ajudam a acelerar e manter o bronzeado, os quais hoje vamos aqui partilhar convosco, depois de já termos partilhado no Instagram.

Para nos dar ajudar a resolver este problema, as marcas têm investido em produtos que ajudam a acelerar e manter o bronzeado, sejam eles aceleradores, hidratantes, autobronzeadores ou até suplementos que prometem deixar a pele mais morena, com uma cor que não o pálido. Todos os anos recorro a este tipo de produtos, vou variando, não sou fiel a apenas uma marca. Sei que os sprays são mais rápidos de aplicar e isso, por vezes, é uma grande vantagem para quem anda sempre nas correrias do di-a-dia; as toalhitas são mais fáceis de secar; e o gel ajuda num bronzeado mais intenso, sendo melhor para zonas menos extensas.

Autobronzeadores em 3 formatos diferentes:

Avene Solar Autobronzeador Gel:

Importante referir que esta sugestão não protege contra o sol. É um autobronzeador que tem um toque acetinado para o corpo e para o rosto. A sua textura é dourada e luminosa, sendo fácil de espalhar e deixando a pele macia, hidratada e delicadamente perfumada.

Comodynes Luva Autobronzeadora:

A luva corporal garante-nos um resultado uniforme, inclusive nas zonas de aplicação mais difíceis, como os joelhos. Cada luva contém a dose necessária para bronzear todo o corpo.

Frezyderm Bronze Water Spray:

Em formato spray, autrobronzeia o rosto e o corpo de de forma gradual, em 24h. Ideal para prolongar o bronzeado, contribui para uma cor uniforme e natural e é indicado para pele clara e sensível (adaptado à pele com vitiligo – perda de pigmentação natural da pele).

acelerar e manter o bronzeado

Photoderm Bioderma Spray Autobronzeador

De secagem rápida, este autobronzeador é ideal para rosto e corpo, sendo que garante um bronzeado natural e uniforme, de forma gradual. É também adequado para peles mais sensíveis e intolerantes ao sol.

acelerar e manter o bronzeado

Suplementos:

Photoderm Bioderma Cápsulas Bronzeadoras

Indicadas para o cuidado da pele sensível e intolerante ao sol, estas cápsulas nutritivas são compostas por ingredientes protectores, antioxidantes, bronzeadores e antienvelhecimento. Este suplemento alimentar dá à pele tudo o que esta precisa para se manter saudável e bonita durante e após a exposição solar.

Além de preparar a pele para o sol, também activa e prolonga o bronzeado, previne o fotoenvelhecimento e as fotodermatoses, ao mesmo tempo que forma uma barreira protectora contra os radicais livres (poluição, tabaco, stress). Portanto, ficam com uma pele nutrida, calma e protegida, com um bronzeado dourado, uniforme e duradouro.

Sunisdin Cápsulas:

Outra proposta de suplemento alimentar, este com VitAox Ultra que ajuda a preparar a pele para a exposição solar. A fórmula contém antioxidantes, carotenóides e vitamina D que vão proteger a pele e e aumentar progressivamente o seu tom. Os componentes ajudam também a combater os radicias livres que provocam o envelhecimento da pele e protegem-na dos danos provados exposição solar.

acelerar e manter o bronzeado

Heliocare Ultra D cápsulas:

Este suplemento em cápsulas propõe-se a preservar as defesas cutâneas para obter uma pele mais activa contra as agressões, além de proteger e reparar o ADN das células para prevenir o cancro cutâneo, neutralizar os radicais livres e evitar o fotoenvelheciemnto cutâneo. A toma das cápsulas permite ainda triplicar a resistência da pele ao sol e fortalece-a frente a vermelhidões e queimaduras, dando ao organismo a quantidade diária recomendada de vitamina D para manter os ossos fortes e sãos.

Indicado para a fotoimunoproteção diária em indivíduos com sensibilidade extrema à radiação solar (fotodermatoses, tratamentos com fármacos fotosensibilizantes e/ou imunossupressores, técnicas dermocosméticas, hiperpigmentações, coadjuvante em fototerapia).

acelerar e manter o bronzeado

Além destes produtos, podes ajudar a estimular o bronzeado com alguns truques simples e económicos que, além da cor, ajudam a nutrir a pele e protegem-na do envelhecimento precoce:

  • Comer alimentos ricos em beta-carotenos:

Os beta-carotenos, de forma muito redutora, têm a capacidade de escurecer a cor da nossa pele, por ajudarem na produção de melanina, o pigmento responsável pela cor da pele. Isto quer dizer que quando ingeres boas quantidade destes nutrientes, que se encontram nos alimentos de cor laranja e vermelha, o excesso de carotenóides ficam armazenados nas células de gordura, simulando um bronzeado. Além disso, ajudam a prevenir rugas, através da neutralização dos radicais livres.

Portanto, a dica é apostarem em comer mais cenoura, batata doce (laranja), abóbora, manga, papaia, beterraba, laranja, tomate e pimentos (amarelo, vermelho, laranja). Quanto mais forte e colorido for o alimento, melhor será! Claro que tudo em demasia faz-nos mal e aqui podes desenvolver uma condição a que chamam de “carotenemia”, que é uma coloração amarelada na pele , principalmente palmas das mãos e dos pés. Tudo regrado é o ideal, há que encontrar o equilíbrio.

  • Fazer uma esfoliação natural:

A nossa epiderme é composta por milhões de células que se encontram já mortas e, se não forem removidas, a pele fica mais áspera e o bronzeado não será tão homogéneo, uma vez que as zonas mais ásperas tendem a atrair e conter mais cor. Portanto, é muito importante que faças uma boa esfoliação uns dias antes de apanhares sol.

Nunca é demais referir que a exposição solar em excesso pode causar sérios problemas na nossa pele, como manchas, rugas e até cancro de pele. Portanto, nenhuma destas sugestões substitui a aplicação de um bom protector solar, essencialmente quando a exposição solar for por mais de 30 minutos.

Lifestyle

Pernas cansadas e pesadas: como aliviar?

Abril 22, 2020
Pernas cansadas

Ora, hoje falemos de algo mais sério e que, provavelmente, também vos afecta, tal como a mim: pernas cansadas e pesadas.

Eu tenho notado que cada vez mais sofro deste mal, e estar mais em casa não tem ajudado uma vez que é mais difícil manter-me ativa e ao fim do dia as minhas pernas ressentem-se. Este desconforto já me acompanhava na minha rotina antes de tudo isto, talvez pelas horas que passava no avião, no tempo que passava em pé nas sessões fotográficas, sentada ao computador, ou até pela idade. Bem, o motivo (ou conjugação de motivos) ao certo eu não sei, mas sei que já há algum tempo que sinto as pernas mais cansadas e mais inchadas, sobretudo ao final do dia e em particular em dias mais quentes.

Como defendo que tudo na vida tem solução, fui pesquisar sobre o assunto (aqui). Descobri que, por norma, este é o sintoma mais comum de doença venosa, vulgarmente conhecida por muitos como ‘má circulação sanguínea das pernas’, um problema que afecta maioritariamente mulheres. Por isso, é realmente importante mantermos os cuidados ao longo do ano para nos sentirmos melhores e mais saudáveis.

Pernas cansadas

Sintomas

Descobri que além dos meus sintomas (pernas pesadas e inchadas), é possível sentir também dormência ou formigueiro, cãibras musculares ou comichão. Todos estes sintomas são mais sentidos na zona dos gémeos, tendendo a aumentar ao longo do dia e com o tempo quente. Além disso, é preciso ter em atenção que, regra geral, aumentam com a idade, já que as veias vão perdendo elasticidade e não se contraem com tanta facilidade.

Factores de risco

Também na minha pesquisa percebi que existem diferentes factores de risco que podem estar associados ao aparecimento dos sintomas da doença venosa. São eles:

  • Idade e genética
  • Excesso de peso
  • Comportamentos sedentários
  • Postura laboral (posições prolongadas sentadas ou em pé)
  • Manter as pernas cruzadas
  • Levantamento de pesos (>10kg para as mulheres, >25kg para os homens)
  • Roupas apertadas (cintos, calças apertadas, sapatos apertados, etc.)
  • Alguns desportos que exercem uma forte pressão nas válvulas das veia (ténis, squash, musculação, etc.)

Estes factores são comuns a ambos os géneros (masculino e feminino), sendo que no caso das mulheres podemos ainda acrescentar: sintomas pré-menstruais, pílula anticoncepcional e o número de gravidezes.

Soluções

  • Estilo de vida e alimentação saudáveis: prática regular de um desporto relaxante, duches com água morna, ter uma dieta equilibrada
  • Compressão médica (meias ou bandas): ajuda a prevenir o edema e promove a oxigenação dos tecidos.
  • Medicação com venoactivos: tipo de medicamento usado para melhorar a saúde vascular. São indicados para o tratamento de sintomas de doença venosa (pernas pesadas, dor, agitação).

Bons hábitos

Percebi que existem alguns bons hábitos que devemos adoptar para minimizar esta sensação de pernas pesadas, os quais partilho convosco:

  • Escolhe um desporto adequado: a marcha é o exercício mais benéfico para a circulação venosa, desde que praticada com calçado adequado. A contração dos músculos das pernas promove o fluxo ascendente do sangue para o coração. Exercícios de ginástica, ciclismo, dança e natação facilitam o retorno venoso.
  • Evita fontes de calor: por promover a dilatação venosa, deves evitar exposição ao sol em demasia, depilação com cera quente, sistemas de aquecimento, banhos quentes e saunas.
  • Mexe as pernas em todas as circunstâncias: se o teu trabalho exige que estejas em pé ou sentado por longos períodos, deves fazer pequenas pausas, caminhar ou mexer os pés em movimentos circulares por um curto período de tempo.
  • Utiliza vestuário apropriado: roupas muito apertadas comprimem as veias e impedem o retorno venoso. Dá preferência a roupas largas e fluídas e evita calças apertadas, cintas e cintos.
  • Diz ‘sim’ aos calçado confortável: sapatos de salto alto e sapatos rasos não permitem a pressão adequada para promover o retorno venoso. Idealmente, deves usar sapatos com saltos de cerca de 3 ou 4 cm.
  • Massaja as pernas: sempre que possível, massaja as pernas no sentido ascendente, desde os pés até à coxa.
  • Pede opinião médica: deves consultar o médico assim que sentires dor e peso nas pernas, tornozelos inchados ou detectes veias visíveis, para que a doença venosa crónica possa ser diagnosticada atempadamente e as respectivas medidas preventivas e tratamento possam ser indicados.

Lembrem-se que é importante prevenir e estar atentos aos primeiros sintomas, sendo que podem ver mais informações aqui. Não deixem o problema evoluir.

Pernas cansadas
Ásia Viagens

Roteiro de 11 dias no Vietname: de Sul a Norte

Abril 14, 2020
Roteiro de 11 dias no Vietname

São poucos os adjectivos capazes de descrever uma viagem pelo Vietname. É um país fascinante desde o primeiro minuto, com uma diversidade tal que é capaz de agradar a todos os gostos. De entre a enigmática Baía de Halong, à pitoresca Hoi An, sem esquecer o caos inebriante de Ho Chi Minh e Hanói, a antiga capital imperial Hué, o Rio Mekong e os seus mercados flutuantes. Tudo no Vietname é mágico e singular! É um caos que nos traz paz e um roteiro de 11 dias no Vietname não são suficientes para absorver tanta cultura nem degustar tanta variedade gastronómica. Mas, bem, mais vale 11 dias do que nada. Isso, sem dúvida!

Quando ir?

O Vietname é um país extenso com um clima muito variado: vai dos cumes nevados das montanhas a Norte até aos 40 graus a Sul. Portanto, não há propriamente uma altura exacta que seja ideal para percorrer todas as regiões. Muito resumidamente, em Hanói e no Norte, de Maio a Outubro é quente e húmido, com chuvas; de Novembro a Abril é mais frio e mais seco. O Vietname Central tem um clima quente e seco entre Janeiro e Agosto quando as temperaturas podem atingir os 30°C; sendo que de Setembro a Novembro podem ocorrer altos níveis de precipitação. O Sul é, geralmente, seco e quente de Novembro a Abril e quente e húmido entre Maio e Outubro, com chuvas mais fortes entre Junho e Agosto.

Deixo aqui este site em que podem informar-se melhor e dois pontos a reter:

  • As monções, geralmente, ocorrem entre Maio e Novembro.
  • O período dos tufões é mais acentuado entre Julho e Novembro.

Como a meteorologia é cada vez mais incerta, eu (Eduarda) fui no mês de Outubro, o único período que tínhamos disponível para viajar pelo país e em 11 dias apenas apanhámos uma manhã de chuva em Hoi An, sendo que à tarde o calor apertou e fomos fazer praia. Portanto, não nos arrependemos de arriscar e correu tudo muito bem. Em Ho Chi Minh estavam sempre acima de 30°C e bastante húmido. No Centro do país, o tempo estava ameno e apenas apanhámos uma manhã de chuva, sem sequer estar frio. No Norte tivemos muita sorte, especialmente em Halong Bay: dois dias de sol, um calor sereno e céu limpo. Segundo o nosso guia, fomos uns felizardos, porque o normal lá na Baía são os dias encobertos. Em Hanói tivemos um calor húmido bastante suportável.

Como se deslocar?

Grab: se não podem percorrer uma distância a pé, chamem o Grab. É um serviço equivalente ao Uber, com opção de pedirem Grab Bike, que recomendamos vivamente: andar de scooter no Vietname é uma experiência ímpar. Nós tentamos sempre evitar taxistas e tuk tuk drivers, portanto, para nós, esta é a melhor opção.

Porém, para os que preferem táxi, lemos que se deve apanhar apenas os VinaSun ou Mai Linh e, se possível, os de quatro lugares e não os de sete, por serem os mais baratos.

Autocarro e comboio: são as opções mais económicas e os backpackers costumam viajar durante a noite para economizar no alojamento. Nós não usámos nem um nem noutro, mas conhecemos quem o tivesse feito e o feedback é positivo.

Avião: como tínhamos pouco tempo, não quisemos desperdiçá-lo e, por isso, optámos por viajar de avião entre regiões. Esta é uma excelente opção sobretudo pelo tempo que se ganha, em particular se for para atravessar o país duma ponta a outra. Fizemos todas as deslocações com a Vietnam Airlines, mas têm companhias aéreas lowcost (VietJet Air, Jetstar, Bamboo Airways, etc.). No nosso caso, acabou por compensar viajar com aquela e não nos arrependemos. Zero atrasos!

PRIMEIRA PARAGEM: HO CHI MINH

O nome da cidade foi alterado na década de 70, em homenagem ao grande líder e herói vietnamita de mesmo nome, Ho Chi Minh. Era (e ainda é para os locais) conhecida como Saigon antes da guerra e herdou um forte passado capitalista de influência americana. Para quem tiver curiosidade sobre esse período, recomendamos a série Vietnam War, disponível na Netflix. Vimo-la antes da viagem e sem dúvida que nos dá outra preparação para absorver melhor o país.

Apesar de ser maior que Hanói, não é a capital, mas tem muito para oferecer a quem a visita. É talvez a que mais se assemelha ao ambiente das cidades ocidentais, com os seus arranha-céus e um estilo de vida vibrante e cosmopolita. Além disso, é a cidade que tem o record de número de motos por habitante. Lemos algures que Ho Chi Minh abriga oito milhões de habitantes e mais de sete milhões de motos. Agora imaginem isso tudo a apitar e vocês a atravessar a rua, confiando na sorte, porque ninguém pára, mas é quase como se fosse telepatia, as motos desviam-se das pessoas. Passadeiras são miragens!

Ficámos dois dias completos em Ho Chi Minh City, precisávamos de mais um para ir ao Delta do Rio Mekong, mas tivemos que fazer opções e como queríamos muito ir a Hue, ‘roubámos’ um dia a esta cidade. Dividimos o tempo da seguinte forma:
1º dia – Explorar a cidade 
2º dia – Cu Chi Tunnels (é possível conhecer o templo Cao Dai no mesmo dia, mas quisemos apenas o ‘half day tour‘) e explorar novamente a cidade, da parte da tarde

Dia 1 – chegada

Chegámos a Ho Chi Minh por volta das 13h de um Sábado, pela Qatar Airways. Não há isenção de Visto para portugueses e, para a obtenção do Visto à chegada no Vietname através de um dos aeroportos internacionais, é sempre necessária a solicitação de uma carta de pré-aprovação junto de um dos muitos agentes disponíveis online. Por experiência própria, recomendo este agente, foi o que usei e correu muito bem. A carta é enviada por email no prazo máximo de dois dias. Assim que chegam ao aeroporto, dirigem-se ao “Landing Visa” ou “Visa Upon Arrival” e seguem as instruções para que consigam o Visto de Turista. Não se esqueçam de levar o Passaporte com validade mínima de seis meses e fotos tipo passe.

Depois de ficarmos devidamente acomodados no Rex Hotel, fomos explorar a cidade mais popular do Sul do país. Este alojamento fica no distrito 1 (o ideal para se hospedarem) e ficou conhecido por ser a base das actividades sociais e militares dos soldados americanos durante a Guerra do Vietname. Era ali também que os militares americanos faziam as conferências de imprensa diárias.

A localização do hotel é excelente e então fomos a pé até chegar à Catedral de Notre Dame, a uns dois minutos dali. Construída em 1877 pelos franceses, é um dos poucos locais de celebração da religião católica no Vietname. Quando fomos, infelizmente, estava com partes da fachada em reconstrução.

Ali mesmo ao lado ficam os Correios Centrais de Saigon (Saigon Central Post Office), um belo edifício projectado pelo famoso Gustave Eiffel, durante a época de colónia francesa. É giro mandar um postal para a nossa morada e ver quanto tempo demora a chegar, mas a fila era tanta que acabámos por desistir. Trouxemos os postais e os selos como recuerdo.

Pertinho dali fica a Opera House, um dos marcos da cidade, em estilo francês. De 1955 a 1975 foi usada como a Assembleia do Governo do Vietname do Sul e depois voltou a ser um teatro.

A poucos metros do nosso hotel ficava também a Bitexco Financial Tower, o edifício mais alto de Ho Chi Minh City, com 262.5m. É um prédio de escritórios, mas a maior atracção para os turistas é o Skydeck, no 49º andar.

Outra curiosidade sobre a cidade é que a maioria das pessoas vive em locais chamados hems, semelhantes a vielas, onde reina o espírito de comunidade e de entreajuda. Para perceberem melhor a essência desta fantástica cidade recomendamos que, antes da viagem, vejam o episódio sobre Ho Chi Minh na série Street Food: Asia, da Netflix.

Dia 2

O segundo dia começou nos Cu Chi Tunnels, a cerca de 1h30 da cidade. Fizemos o tour com a empresa local Vietnam Adventure Tours e tivemos a sorte de ter como guia um veterano de guerra. Tivemos conhecimento da empresa através do GetYourGuide, mas decidimos contactá-los directamente porque assim evitámos que pagassem comissão à GetYourGuide, é uma forma de ajudar os empreendedores locais, sem intermediários. Recomendamos mesmo esta visita.

Não íamos com grandes expectativas, porque achávamos que era mais um spot tipicamente idealizado para turistas, como o Damnoen Saduak de Banguecoque, mas afinal foi uma manhã de grande aprendizagem. Ali está um dos maiores tesouros da história recente do país: os túneis foram construídos pelos vietcongs durante a Guerra do Vietname. Parte dos cerca de 270 km de túneis está aberta a visita e o local transformou-se num museu a céu aberto. Estes túneis, incrivelmente estreitos e baixos, serviam de abrigo e moradia dos vietcongs e vão até dez metros de profundidade, em três níveis diferentes. Para quem não sofre de claustrofobia, é-lhes dada a possibilidade de rastejar como um verdadeiro vietcong, tem é de estar preparado para suportar o ar abafado, apesar dos sistemas de refrigeração engenhosamente inventados. Eu não perdi essa oportunidade!

Roteiro de 11 dias no Vietname

De volta à cidade, fomos conhecer o Museu da Guerra (War Remnants Museum), que acumula as marcas de um conflito que o tempo demora a apagar. A experiência é sombria e o percurso faz-se através de uma extensa colecção de fotografias da chamada ‘Guerra do Vietname’. A crueldade e a frieza chegam a impressionar e a história de um conflito sangrento fica-nos a ressoar na mente. Há uma sala, a que para mim foi a mais impiedosa, em que quase sentimos o cheiro do agente laranja, que destruiu florestas inteiras, rios e as principais fontes de água potável no país. Além de contaminar as fontes naturais de subsistência, aniquilou a fauna e flora por onde passou e deixou cicatrizes das mais diferenciadas formas entre dois a cinco milhões de pessoas. A revolta invade-nos ao conhecermos com detalhe as atrocidades, os massacres, as aldeias e vidas destruídas. Não vou aqui colocar imagens, porque são demasiado chocantes.

Na parte exterior do Museu podem ver algumas relíquias de guerra. É possível caminhar entre aviões do modelo F5, tanques norte-americanos de modelo M41 e M48 e alguns caças projectados para duas pessoas.

Antes de uma deliciosa food tour, fomos descobrir a Bui Vien Street ao entardecer, a rua mais badalada de Saigon. Há quem a compare (e bem!) à Khao San Road de Banguecoque, dada a quantidade de bares e de turistas. No fim da food tour, voltámos lá para perceber como era à noite. Imperdível!

Dia 3

No terceiro dia permitimo-nos apenas caminhar pela cidade à descoberta. Fomos tomar um café ao The Cafe Apartments, a conversão mais cool de um antigo prédio de nove andares numa fantástica colecção de cafés, restaurantes, lojas de moda, espaços de coworking e até uma livraria. No total são cerca de 30 lojas reformadas, na Walking Street (ou Nguyen Hue Street), muitas delas com varandas externas. Esta praça gigantesca, que acolhe o icónico prédio, é um espaço de lazer para a população. À noite, fica lotada de locais, mesmo em dias de semana. Num dos extremos da Avenida está o prédio histórico da Câmara de Ho Chi Minh (amarelo colonial) e, na outra extremidade, as margens do Rio Saigon.

Depois do nosso cafézinho fomos explorar o famoso Ben Thanh Market, um mercado enorme com mais de 3000 barraquinhas, onde se encontra um pouco de tudo: comida, souvenirs, roupas, calçado e acessórios. Negociar é regra de ouro! De referir apenas que as compras de souvenirs são normalmente mais baratas na zona dos backpackers que neste mercado.

Passámos ainda pelo Palácio da Reunificação, mas já não tínhamos tempo de entrar e explorar. Mesmo assim acreditamos que valerá muito a pena, até porque é o marco que representa o fim da guerra, tal como a queda do Muro de Berlim. Na série Vietnam War, vêem que, em 1975, os tanques do Vietname do Norte invadiram o local, que era a residência presidencial do Vietname do Sul. Este é o lugar histórico por excelência que resistiu a duas batalhas, contra os franceses e contra os americanos.

No final da tarde apanhámos voo para Hue, a antiga capital imperial, já no Centro do país.

SEGUNDA PARAGEM: HUE

Hue é a capital da província de Thua Thien-Hue. Até 1945 foi capital do país (desde 1802), quando o imperador Bao Dai abdicou e um governo comunista foi estabelecido em Hanói. Pela sua posição, perto da divisa entre as forças do Norte e do Sul do país, Hue foi bastante prejudicada durante a Guerra do Vietname, sendo palco de uma das batalhas mais sangrentas do conflito: a Batalha de Hue. Muitos prédios históricos foram destruídos durante a Guerra e hoje emprega-se um esforço para reconstruí-los e manter o turismo activo na região. Decidimos ficar uma noite e um dia na cidade, mas há muito mais para ver.

Roteiro de 11 dias no Vietname

Ficámos instalados no Vinpearl Hotel Hue, no centro da cidade e com um Sky Bar de vistas deslumbrantes. O pequeno-almoço era excelente e o panorama que se tem através das paredes envidraças do quarto é de arrebatar. Altamente recomendado!

Dia 4

O dia começou cedo. Tínhamos reservado um passeio de um dia com a Hue Student Tour, uma organização local sem fins lucrativos, cujo principal objectivo é partilhar e trocar culturas e idiomas. Os turistas pagam apenas a comida, as entradas nos sítios e o combustível. Nós optámos por fazer de mota, mas também há a opção de carro. Acreditámos que esta é a melhor e mais segura forma de conhecer a cidade, porque os pontos de interesse ficam distanciados. É rápido e muito interessante, porque os estudantes interagem a 100%. O intuito deles é mostrar a cidade, mas, acima de tudo, praticar o Inglês e ‘viajarem’ para outros países através da conversa com turistas. Nós gostámos mesmo muito de conhecer a Diêu Chi e a Thoa Tran, muito simpáticas e curiosas acerca deste nosso Portugal. Segundo nos disseram, fomos os primeiros turistas portugueses que conheceram. 🙂

Pagodes e tumbas imperiais são os mais populares em Hue. De uma perspetiva arquitectónica, cada um dos túmulos são a expressão única da personalidade dos monarcas que os mandaram construir e reflectem os seus gostos pessoais. Os antigos governantes do Vietname passavam tanto tempo a preparar-se para a morte que a maioria dos túmulos reais tinha uma dupla função: antes do monarca “montar as costas do dragão” (eufemismo para a morte real), ele e a sua família usavam o futuro túmulo ​​como casa de campo.

De entre os muitos locais de interesse, visitámos:

Tu Hieu Pagoda: aninhado entre colinas e embelezado por um lago de lótus, este é o templo budista onde Thich Nhat Hanh, um dos líderes espirituais mais influentes dos nossos tempos, conhecido como o “pai do mindfulness” e indicado por Luther King para Prémio Nobel da Paz, escolheu passar o resto dos dias. Foi aqui que encontrámos, por acaso, Sư Cô Chân Không, uma activista da paz muito ligada a ele. Ambos dedicaram grande parte do seu tempo ao mosteiro budista de Plum Village, o maior da Europa, fundado por Thich Nhat Hanh no início da década de 80. Podem saber mais sobre Plum Village aqui.

Tumba do Imperador Tu Duc: local construído para ser o cemitério do Imperador Tu Duc, famoso no Vietname porque, apesar de ter 103 concubinas, não deixou filhos.

Tumba do Imperador Khai Dinh: construída pelo 12º rei do Vietname e supostamente o mais impopular e mais europeu dos reis: sofreu muito influência francesa na sua formação durante o período que viveu no país.

Almoço no Dong Ba Market, um imenso mercado a céu aberto, recomendado pelo Anthony Bourdain para se comer o verdadeiro Bun Bo Hue.

Thien Mu Pagoda, o maior da cidade, localizado às margens do Rio Perfume. Em Hue são mais de 300 pagodes, mas este é a estrela da cidade. Ficou mundialmente conhecido por ter sido a última morada do monge Thích Quảng Dúc que ateou fogo ao seu próprio corpo durante os protestos na cidade de Saigon contra o governo comunista. O Austin Westminster, carro que aparece na foto premiada, encontra-se no local. O pagode em si tem sete andares, um número sagrado para o Budismo.

Cidade Imperial de Hue: foi em 1804 que Gia Long mandou construir a Cidade Imperial, que seria uma cópia em menor escala da Cidade Proibida de Pequim. Durante o último governo imperial, a Cidade Proibida Púrpura, como era conhecida, tinha muitos edifícios e centenas de salas. Infelizmente, o bombardeio norte-americano de 1968, em resposta à tomada de Hue pelos comunistas, arrasou a maior parte da cidade, mas ainda conserva partes que valem muito a visita. Em 1993 foi declarada Património Mundial da UNESCO.

Roteiro de 11 dias no Vietname

Muito mais havia para descobrir em Hue, mas Hoi An chamava por nós. Fizemos a viagem de carro com a empresa local Hanoi Transfer Service, com passagem pela magnífica Hai Van Pass. O percurso é de cerca de 3h, mas a paisagem é de cortar o fôlego, desde que não esteja encoberto.

Chegámos a Hoi An já o sol se tinha posto, mas ainda deu para explorar um pouco da cidade, junto ao rio.

TERCEIRA PARAGEM: HOI AN

Declarada Património Mundial da UNESCO em 1999, Hoi An é uma cidade nascida da fusão asiática. Localizada nas margens do Rio Thu Bon, foi um notável porto comercial entre os séculos XVI e XVIII, atraindo comerciantes da China, Japão e Europa, incluindo Portugal. Como resultado disso, a cidade reflecte as mais diferentes influências, indígenas e estrangeiras, numa mistura de estilos arquitectónicos que se combinam para dar origem a um património único. Diria que é a minha preferida, no Vietname!

Além da Ponte Japonesa, é conhecida pelas Assembleias, pelos pagodes, pelas casas tradicionais e santuários de conceituadas famílias locais. A cidade teve a sorte de escapar praticamente ilesa à Guerra do Vietname, pelo que muito do seu charme ancestral continua em estado puro. As lanternas coloridas são a alma da cidade e dão-lhe uma atmosfera inebriante.

Ficamos três noites e dois dias completos para usufruir da cidade com calma e diríamos que são suficientes para a conhecer. No centro histórico, o trânsito motorizado é proibido e foi muito agradável circular pelas ruas, ora a pé, ora de bicicleta.

Dia 5

Manhã inteiramente dedicada à descoberta do centro histórico de Hoi An. De entre os locais visitados, destaque para:

– Ponte Japonesa: símbolo da cidade e da amizade entre dois povos, por ter sido construída no início do século XVII pelos comerciantes japoneses que viviam de um lado da ponte para uni-los aos comerciantes chineses, do outro lado. A ponte é toda em madeira, com um pequeno templo dentro. Reparem que numa das pontas há um par de estátuas de macacos e, na outra, um par de estátuas de cães. Lemos que as figuras representam os anos chineses em que a construção da ponte começou (cão) e em que foi acabada (macaco).

Assembly Halls: em Hoi An vão encontrar muitas destas construções. Parecem-se com templos mas, na verdade, são “complexos” que serviam para reunir a população chinesa. Entre os mais famosos edifícios antigos da Cidade Velha destacam-se as Assembleias Cantonesa, de Phuc Kien e Hainan as Casas antigas de Phung Hung e de Tan Ky, Quan Thang, a capela da família Tran e o Templo de Quan Cong. Estes edifícios fazem parte do legado histórico da cidade, construído ao longo dos últimos séculos. As que mais apreciámos foi a Quang Trieu Assembly Hall, do povo cantonês, e a Phuoc Kien Assembly Hall, do povo fujian.

Ancient Houses: casas com centenas de anos, sendo possível visitar algumas delas.

Hoi An Central Market: um mercado típico vietnamita onde encontram frutas, legumes, carnes, peixes, temperos, produtos frescos e industrializados.

À tarde o tempo melhorou significativamente. Chamámos o Grab Bike e fomos fazer praia para a An Bang Beach.

Depois do jantar, fomo-nos perder para o Night Market e recorremos ao clichê de colocar uma velinha no rio e pedir um desejo.

Dia 6

Depois do pequeno-almoço no hotel decidimos ir tomar café ao popular Faifo Coffee, um dos poucos spots em Hoi An com rooftop. É muito bonito verem os telhados da cidade de cima. Aqui podem também comprar o tradicional café vietnamita para trazerem de recordação.

Continuámos a explorar a cidade, sempre de bicicleta. O nosso hotel (Atlas Hotel) disponibilizava-as gratuitamente aos seus hóspedes e para irmos até à praia tinham também um shuttle bus gratuito, com diferentes horários de partida e de chegada. Aproveitámos para ir almoçar junto ao mar e relaxar mais um pouco naquela despretensiosa mas muito agradável An Bang Beach, com o seu mar de águas calmas e mornas (uma grande surpresa!).

Na terceira e última noite em Hoi An voltámos ao Night Market e fomos descansar. No dia a seguir tínhamos de estar preparados para deixar a cidade mais limpinha e organizada que conhecemos no Vietname para ir à descoberta da desconcertante capital, Hanói.

Temos muito poucas fotografias de Hoi An. A cidade parece uma tela, é tão rica em detalhes que nos perdemos em cada cantinho.

QUARTA PARAGEM: HANÓI

Ha” significa Lago e “Noi” significa “entre”: “entre dois lagos”, fazendo referência aos dois lagos que limitavam a cidade: Westlake e Hoàn Kiêm. A capital do Vietname é verdadeiramente uma surpresa. A selecção de adjectivos é difícil, mas diria que é incomparável, singular, graciosa e autêntica.

As expectativas eram muito altas, um casal amigo que tinha estado no país dois anos antes havia-nos dito que era a cidade favorita de ambos. Não desiludiu, muito longe disso! Há um certo caos organizado que contrasta harmoniosamente com a influência francesa.

Algo a reparar no Vietname são os prédios, que são extremamente finos e esguios. Diz-se que na época da guerra, o povo ficou ainda mais pobre e precisava de vender metade dos seus terrenos ou das suas casas e como só tinham metade de um terreno, que já de si era pequeno, subiam a construção dos prédios assim mesmo, super slim.

Dia 7

Voámos para Hanói bem cedo, pela Vietnam Airlines. Queríamos aproveitar muito bem o sétimo dia no país. Chegados ao hotel (Oriental Suites Hotel & Spa), com excelente relação qualidade-preço e muito bem localizado, lançamo-nos para a rua. Já agora, o melhor lugar para ficarem alojados é no Old Quarter, nas periferias do Lago Hoàn Kiêm. É aqui que tudo acontece e é a área mais agradável da cidade para andar a pé e desfrutar da capital.

O primeiro dia na cidade foi dedicado aos bairros de Old Quarter French Quarter, que abrangem o centro histórico da cidade.

De salientar que, infelizmente, não tivemos oportunidade de visitar o Ho Chi Minh Complex, pelo facto de às Segundas e Sextas o Mausoléu e o Museu estarem fechados e ter coincidido com os dias que estivemos na cidade (no Sábado e no Domingo fomos para Halong Bay e nos restantes dias voámos para o Laos, país vizinho). Porém, este é um ponto obrigatório. É no Ho Chi Minh’s Mausoleum que está conservado o corpo de Ho Chi Minh e no Ho Chi Minh Museum é narrada a história do líder através de objectos e documentos da época.

A primeira paragem foi para conhecer o Templo da Literatura (Van Mieu), com quase mil anos, é a mais antiga Universidade do Vietname e é também um templo dedicado a Confúcio. Era aqui que se formavam os mandarins da corte imperial e é aqui se hoje se reúnem os estudantes para pedir bençãos e tirar as fotografias de fim de curso, trajados a rigor.

Dali partimos à descoberta da Hoa Lo Prison (ou Maison Centrale), uma prisão construída na época do domínio francês que era usada para prender vietnamitas e castigar duramente os revolucionários que lutavam pela independência do país. A prisão ficou igualmente conhecida como Hanoi Hilton, porque, anos mais tarde, passou a ser usada pelos próprios vietnamitas do Norte para prender prisioneiros de guerra americanos. Aqui estamos em pleno French Quarter, resultado do extenso período de colonização francesa. O maior destaque vai para a Opera House e é aqui também que fica o Vietnamese Women’s Museum, um museu que retrata a história das mulheres vietnamitas ao longo dos séculos.

Roteiro de 11 dias no Vietname

Sempre a caminhar, demos de caras com a St. Joseph’s Cathedral, construída durante o período de colonização francesa, notável pelo seu estilo neo-gótico e inspirada na famosa Notre Dame de Paris. Continuámos a passear e fomos ter ao Hoàn Kiêm, o lago que é o coração de Hanoi, em pleno Old Quarter. No meio do lago está a Torre da Tartaruga. Diz a lenda que o Imperador Le Loi recebeu do lago uma espada mágica e com essa espada o rei conseguiu expulsar os chineses do Vietname. Um dia depois, enquanto o imperador passeava pelo lago, apareceu uma tartaruga que tomou a espada de volta. Numa pequena ilha desse lago fica o templo mais importante e visitado da cidade, o Ngoc Son, conectado com a margem do lago por uma bonita ponte vermelha. Construído no século XIV, é dedicado a Tran Hung Dao, um herói de guerra que derrotou três vezes os exércitos mongóis que tentaram invadir o Vietname no século XII. Lá encontram também uma tartaruga embalsamada de 250 kg, uma das últimas de uma espécie já extinta, e que dizem ser descendente daquela que terá vindo reclamar a espada sagrada. À noite, a ponte e o templo ficam ainda mais bonitos iluminados.

Depois do jantar fomos até ao Hanoi Night Market, perto do hotel, e aproveitámos ainda para ir beber uma cerveja à Tan Hien Street (ou beer corner), uma rua muito popular entre turistas e locais pela vida nocturna. Deitámo-nos cedo, porque no dia a seguir partíamos para Halong Bay.

Se tiverem oportunidade, façam por estar em Hanói ao fim-de-semana, em que as ruas são fechadas ao trânsito, os locais reúnem-se nas margens do lago e fica ainda mais agradável passear pelo Old Quarter. Sem carros, sem motas! Das 19h de Sexta à meia noite de Domingo, toda a área em redor do lago é das pessoas, exclusivamente. Por todo o lado há animação, desde jogos tradicionais em que os mais novos revivem a própria cultura, a bandas de música actuam em plena rua, há muito karaoke improvisado, muitos artistas locais a exibir talentos. Enfim, todo um sem fim de vida, muita vida!

Dia 8

O ideal é passar, pelo menos, uma noite num cruzeiro por Halong Bay, mas como nem todos têm tempo suficiente, as agências oferecem passeios de um dia, sendo possível comprá-los nos próprios hotéis.

Nós já tínhamos feito a reserva previamente e não nos arrependemos nada de ter passado uma noite naquele lugar idílico. Por norma, os preços destas excursões incluem o pick up, a acomodação no barco (uma noite, no nosso caso), refeições (dois almoços, um jantar e um pequeno-almoço), autorização para circular na Baía, seguro e guia em inglês. Além disso, podem ter actividades como kayaking, tai chi, aula de culinária e por aí em diante. Vai depender do que pretendem fazer e do quanto querem gastar. De referir apenas que esta opção anda sempre acima dos 200€ para duas pessoas.

Fizemos com a empresa local Vega Travel. Pegaram em nós no nosso hotel por volta das 07h30 da manhã e perto das 12h chegámos a Halong City.

Depois das boas-vindas a bordo que incluiu um almoço com aqueles que iriam ser os nossos companheiros de viagem, subimos até ao terraço e instalámo-nos confortavelmente nas espreguiçadeiras enquanto o barco percorria as centenas de ilhas e ilhotas da Baía de Bai Tu Long. Esta é uma área menos turística, mais limpa e bem preservada que a Baía de Halong.

Depois de chegarmos a uma zona remota, desfrutamos de um passeio de caiaque, sempre orientados pelo nosso simpático guia vietnamita, o Dem. Fizemos uma paragem para visitar a Trong Cave e a Trinh Nu Cave. Tivemos um tempinho, cerca de 1h, para nadar nas águas cor de esmeralda e conhecer um pouco melhor o nosso grupo de viajantes. Havia espanhóis, belgas, italianos e um rapariga dos EUA que viajava sozinha!

De regresso ao barco, ancorado numa lagoa tranquila entre a Baía de Bai Tu Long e a Baía de Ha Long, tomámos um bom banho para, de seguida, nos reunirmos novamente para uma divertida aula de culinária. Por fim, o jantar preparado pelo staff (e não por nós, felizmente!). Apesar do cansaço, e por estar uma noite tão amena e agradável, fomos para o deck apreciar o céu totalmente estrelado, enquanto bebíamos uma cerveja fresca. Foi uma noite tranquila naquele paraíso já próximo da China. Aliás, o nosso guia disse-nos que estávamos muito mais perto da China que de Hanói.

Dia 9

Acordámos muito cedo, mas já havia luz lá fora, para tomarmos o pequeno-almoço no barco com o resto do grupo. A ideia de acordar às 6h da manhã custou, mas depois fomos amplamente recompensados: fomos dos primeiros a chegar à caverna mais famosa de Halong Bay, a Hang Sung Sot (Surprise Cave). É a caverna à qual todas as excursões vão e, por isso, quanto mais cedo melhor. Depois de subirmos novamente para o barco, mal sabíamos nós que nos esperavam cerca de 340 degraus para alcançar o topo do pico da montanha Ti Top, na Ti Top Island. Alguns não tiveram coragem, mas quando chegámos lá cima sentimos que valeu todo o esforço. Não foi fácil percorrer aquele escadório íngreme e pouco linear, com um calor húmido fora de série, mas a vista compensou todas as gotas de suor. Começámos a descer e fomos recuperar energias para a praia desta pequena ilha, uma praia de areia formada naturalmente que nos convida para um um mergulho refrescante na baía.

Seguimos pela Baía de Halong, vimos a ilhota Fighting Cock, mais grutas e uma zona de piscicultura. Para terminar em beleza, antes do último almoço a bordo, parámos num lugar tranquilo para relaxar no convés do barco. Regressámos a Halong City por volta das 12h, desembarcámos e continuámos a nossa viagem terrestre para Hanói.

Já em Hanói deambulámos pelo Old Quarter, simplesmente a observar a vida dos locais e a forma como se exercitam e convivem nas margens do lago. Fomos, claro está, experimentar o egg coffee ao Café Nang. Dizem os entendidos que este café, além de grãos de café, do tipo robusta, leva gemas de ovos, leite condensado e outros ingredientes guardados a sete chaves. É muito, muito saboroso! Há uma enorme quantidade de cafés espalhados pela cidade, mas este é uma das paragens obrigatórias.

À noite, alinhámos numa outra experiência: beber uma Bia Hoi, que dizem ser a cerveja artesanal mais barata do mundo, e talvez seja! Cada copo custa à volta de vinte cêntimos (fizemos a conversão e pagámos 0,17€ por cada) e a cerveja é feita diariamente, sem conservantes. Fomos àquele que dizem ser o melhor lugar para experimentar a Bia Hoi: no cruzamento entre a Luong Ngoc Quyen e a Ta Hien Street. Também faz parte da ‘experiência’ sentarem-se num dos banquinhos de plástico, seja de manhã, à tarde ou à noite. Sobre os sítios a que fomos comer, faço depois um artigo à parte focado apenas na gastronomia, porque vale muito a pena!

Dia 10

O décimo dia no Vietname foi apenas uma manhã, porque tínhamos voo para o Laos. Depois de tomarmos o pequeno-almoço no hotel, fomos tomar outro egg coffee, para descobrir as diferenças, ao famoso Giang Café. Apesar de este ser mais popular e recomendado em praticamente todos os blogs de viagens, aliás via-se pela quantidade de turistas que preenchiam as salas e corredores, acho que gostei mais do outro, por ser mais cremoso. Deixámos a mala maior no hotel (depois iríamos voltar) e fomos para o aeroporto internacional.

Aproveitámos para ir dar mais uma voltinha em redor do lago para ver os locais nos seus exercícios matinais. Há homens e mulheres de todas as idade, seja a fazer joggingtai chiyoga, musculação, danças latinas, artes marciais, ginástica e até meditação. É mesmo bom estar ali!

Roteiro de 11 dias no Vietname

Dia 11

Depois de voltarmos do Laos, foi um novo ‘choque’ voltar às buzinadelas e à agitação da capital vietnamita, mas aquele caos é tão organizado que chega a ser delicioso e viciante!

Como era o último dia no país, revisitámos os nossos sítios favoritos e fomos comprovar algo que tínhamos lido. O Old Quarter é conhecido pelos locais como “Trinta e Seis Ruas”, pelo que as ruas assumem nomes de ofícios e, se estiverem atentos, hão-de reparar que muitas delas são dominadas por actividades muito específicas como artigos religiosos, alumínios, ervas aromáticas, papelaria, brinquedos, roupa interior e por aí fora. Para nós não foi assim tão agradável, porque nem das 10h da manhã eram e fomos dar à rua das carnes (talvez os talhos dos vietnamitas) e demos de caras com uma senhora a cortar rãs, ainda vivas. O que vale é que logo a seguir fomos ter à rua das flores e ficamos encantados!

Ainda tivemos tempo de ir ao Legend Beer Hanoi, conhecido pelo seu terraço ao ar livre com vista para o trânsito movimentado, ao pé do Lago Hoàn Kiêm.

A nossa dica é deixarem uma manhã ou uma tarde (ou até um dia, idealmente!) para simplesmente vaguearem por este colorido e caótico labirinto. É uma cidade imperdível que nos deixa com os sentidos sempre alerta. Deixem-se levar, sintam a essência da cidade e toda aquela dinâmica frenética. Absorvam cada estímulo, cada momento.

Para os amantes de gastronomia, hei-de fazer um artigo inteiramente dedicado às especialidades vietnamitas. De resto, apenas para referir que esta viagem foi feita em Outubro de 2019.

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Recordar Itália [unpublished photos]

Abril 9, 2020
Itália

No sul da Europa, Itália ocupa a quase totalidade da Península Itálica (à excepção de San Marino e Vaticano), a que se juntam as ilhas de Sardenha, Capri e Sicília. É um dos nossos países europeus favoritos e hoje reunimos algumas imagens, ainda não partilhadas, para matar um bocadinho da saudade desse país tão bonito e elegante.

Para quem ainda não teve oportunidade de visitar Itália, saibam que é um bom destino de viagem em qualquer altura do ano. Eventualmente, se tivéssemos que escolher, a melhor época é aquela que vai desde Abril até Junho: as temperaturas não são demasiado elevadas e está ainda livre das inundações de turistas no Verão. Julho e Agosto são os dois meses a evitar, por serem as férias locais e, consequentemente, a altura em que os preços ficam mais elevados e os destinos mais lotados.

Além da beleza das cidades e dos vilarejos, a cozinha italiana é muito difundida pelo mundo, sendo que poucos resistem aos sabores típicos de Itália. Está entre as mais completas, ricas e deliciosas, principalmente pelos ingredientes característicos da gastronomia regional.

Itália

Itália é um destino bastante popular também nesta altura do ano: a Páscoa. Para tentar preencher os nossos corações, aproveitem a oportunidade de verem e ouvirem um dos tenores mais populares do mundo, o italiano Andrea Boccelli. No próximo Domingo, dia 12, a partir das 18h, vai dar um concerto a solo na Catedral de Milão (Duomo di Milano). Não haverá espectadores presentes, mas o concerto será transmitido exclusiva e directamente no canal YouTube do tenor. Fica aqui a nossa sugestão pascoal!

Fashion & Beauty

Uma Páscoa com brio

Abril 8, 2020
Páscoa

Estas fotografias são do ano passado, de quando andávamos livres e felizes pelas ruas das nossas cidades. Por terem uma boa vibe, decidimos partilhar convosco. Queremos levar até vocês um bocadinho de inspiração, em tempos que nos deixam a pensar sobre a volatilidade de tudo à nossa volta.

Páscoa

E para quem, desse lado, está a passar os dias de pijama, tentem contrariar a tendência. Prepararmo-nos logo pela manhã influencia (e muito!) a nossa auto-estima. Aproveitem o período da Páscoa para se desafiarem a este nível e vão ver que se sentem “prontas para tudo”. Essencial mesmo é manterem os cuidados de pele habituais, quer saiam de casa ou não.