O terceiro dia em Tóquio começou “tarde”. Estava previsto visitarmos três dos 23 bairros da capital japonesa: Asakusa, Akihabara e Shinjuku.
Grande Torii do Santuário Meiji Jingu, que delimita a sua área
Finalmente chegámos a um dos destinos de sonho: Japão.
É praticamente possível viajar no Japão ao longo de todo o ano, se bem que é sempre mais aconselhável visitar o país na Primavera (Março a Maio) ou no Outono (Setembro a Novembro), sendo que cada estação destaca-se por diferentes motivos. Na Primavera acontece a famosa sakura, período em que as cerejeiras começam a florir, e no Outono as temperaturas ficam amenas e as cores tornam-se irresistíveis. Há feriados e eventos que convém também terem em conta: especialmente a semana dourada (que decorre no final de Abril e princípio de Maio e que nós ainda apanhámos: há mais confusão, os japoneses tiram férias, mas tudo se faz), o Festival O-Bon (que acontece em meados de Agosto) e e na altura do ano novo (Shōgatsu), porque está praticamente tudo fechado.
A nossa viagem começou em Lisboa, de onde saímos às 14h30, com a Emirates. Excluindo a escala no Dubai, em voo passámos cerca de 18horas. Portanto, convém que se pense um pouco sobre a melhor época para embarcar nesta viagem de sonho!
Após chegarmos a Tóquio às 17h30 do dia seguinte, fomos logo directos ao hotel (Akasaka Excel Hotel), sendo que demorámos cerca de 1h30 a lá chegar.
Paris is always a good idea… é uma frase super conhecida, mas que faz todo o sentido! Nem que seja por poucos dias, é sempre bom voltar à cidade do amor. O ideal são quatro dias, mas – claro! – quanto mais melhor. Esta escapadinha serviu para refrescar os conteúdos aqui no blog e no Instagram e também para procurar mais inspiração!
Qualquer época do ano é boa para visitar Piódão, mas no Outono a aldeia histórica assume um encanto especial, com um ar ainda mais saudosista e bucólico! Aqui encontramos a conjugação perfeita entre clima de campo – tranquilo e silencioso, e as cores escuras das paredes que contrastam com os vermelhos e amarelos da paisagem ao redor. A atmosfera aqui é única, disso ninguém pode discordar!
O xisto é quem comanda, mas as portas e janelas das casas estão também elas salpicadas com a cor azul. No quadro geral, destaque para a Igreja Matriz por ser branca, mas mesmo assim não descartar pormenores azulados.
Estamos no Piódão, a aldeia que nos faz mergulhar num conto de fadas real, onde somos sempre bem recebidos.
Continuando pelas maravilhas deste nosso Portugal (podem ler ou reler o primeiro post aqui), não podia faltar o incrível Algarve. Mais a sul e com bom tempo, o fim-de-semana anterior não poderia ter sido mais agradável. A região escolhida foi Vilamoura, conhecida pela boutiques de sonho e pela vida nocturna animada!
Hoje damos início à rubrica “Portugal essencial”, na qual vamos destacar alguns dos belos sítios do nosso país, uns mais conhecidos que outros, mas todos com a sua beleza!
Para inaugurar, apresentamos Freixo de Espada à Cinta, terra que pertence ao distrito de Bragança e tem a particularidade de ter o rio Douro a passar a cerca de 4km da vila, demarcando neste concelho a fronteira entre Portugal e Espanha. Especial, não é?
Seguiu-se Casablanca, a capital económica do país. Fizemos a viagem de comboio de Fez a Casablanca em 4h, que custou 116dhm.
É conhecida como a Metrópole marroquina, com os seus cerca 5 milhões de habitantes e alguns pontos interessantes que dão para visitar em apenas um dia, dependendo do ritmo de viagem de cada um.